A Chave Inesperada Para o Sucesso: Por Que Você Deve Abaixar Seus Padrões Agora Mesmo
É contraintuitivo, não é? A ideia de que para alcançar grandes feitos, talvez você precise abaixar seus padrões.
Muitos de nós são ensinados a mirar alto, a sonhar grande e a buscar a perfeição. Mas, por vezes, essa mentalidade pode ser a sua maior armadilha.
Padrões excessivamente elevados podem gerar tanta intimidação que a inação se torna sua única opção.
Pense bem: você prefere ter padrões altíssimos e não fazer absolutamente nada, ou padrões mais baixos que o impulsionam à ação, sem a paralisia do medo?
A verdade é que metas grandiosas demais podem ser desmotivadoras. A visão de um objetivo monumental pode bloquear sua capacidade de dar o primeiro passo, resultando em estagnação.
O Exemplo da Intel: Menos é Mais em Metas
Analise o caso da Intel, uma das maiores e mais bem-sucedidas empresas do mundo em seu auge.
Seus vendedores eram considerados os melhores da indústria. Curiosamente, um estudo revelou o segredo do seu desempenho excepcional: eles tinham as menores cotas de vendas de todo o setor.
Acreditava-se que cotas menores diminuiriam a intimidação e o medo nos vendedores, facilitando a tomada de ação e a superação das expectativas.
Ou seja, um padrão mais “baixo” gerou resultados extraordinários, provando que a descompressão pode ser a faísca para o sucesso.
A Perspectiva do Escritor: Qualidade da Ação, Não da Meta Inicial
Tim Ferriss, um renomado escritor, compartilha uma estratégia semelhante em sua rotina diária.
Sua meta diária? Apenas escrever duas páginas ruins. Não páginas brilhantes, perfeitas, mas simplesmente “ruins”.
Ao se dar um padrão tão baixo, ele elimina a pressão do perfeccionismo.
O surpreendente é que, ao cumprir essa meta modesta, muitas vezes um texto verdadeiramente incrível surge.
Não há espaço para o bloqueio mental ou a procrastinação por intimidação. Ele não fica preso em sua própria cabeça, tentando ser um perfeccionista, e assim consegue iniciar sua escrita todos os dias.
O Mito do Bloqueio Criativo
Neil Strauss, outro escritor famoso, complementa essa ideia ao afirmar que o “bloqueio criativo” não existe.
O que realmente nos impede de sermos criativos, segundo ele, são os padrões de desempenho que nós mesmos impomos.
A busca pela perfeição desde o início, por metas inatingíveis, é o verdadeiro vilão que barra a criatividade e a produtividade.
Dividindo o Gigante em Pequenas Partes
Pense nos seus objetivos para o ano. Eles podem parecer grandiosos e, sim, intimidação é uma reação natural ao encará-los.
Em vez de se deixar paralisar por essa visão macro, que tal fatiar sua meta anual em pedaços menores e menos assustadores?
Que tal focar nos próximos 30 dias? Essa perspectiva é muito menos intimidante, não é?
Pegue seus objetivos, seja qual for a área que você está trabalhando, e divida-os em tarefas menores e gerenciáveis.
Ao fazer isso, você elimina a desmotivação e se permite começar, criando um impulso que a visão de metas massivas não conseguiria.
A chave para a ação e a consistência está em desmistificar o sucesso como algo que exige metas esmagadoras desde o início.
Ao adotar padrões iniciais mais baixos, você elimina a desmotivação e se permite começar.
Não se prenda pela grandiosidade de seus objetivos. Permita-se dar o primeiro passo, mesmo que pareça pequeno ou imperfeito.
A ação gera mais ação, e o progresso gradual é o caminho mais sólido para o sucesso.


