Desvende As Sete Leis Espirituais do Sucesso e Transforme Sua Vida
As Sete Leis Espirituais do Sucesso, também conhecidas como as Sete Leis Espirituais da Vida, são um guia poderoso para quem busca criar verdadeira riqueza e prosperidade.
Elas nos ensinam a alcançar o sucesso em total harmonia com a natureza.
No entanto, se a busca for apenas por abundância material, negligenciando esses princípios, mesmo atingindo altos níveis de poder ou riqueza, a sensação de incompletude, tristeza e insatisfação persistirá.
Portanto, seja qual for o seu objetivo – a realização material ou o bem-estar interior – é fundamental despertar e praticar essas leis.
Afinal, assim como a natureza é capaz de criar florestas exuberantes e galáxias inteiras, o ser humano possui a capacidade inata de realizar seus desejos mais profundos.
Vamos explorar quatro dessas leis essenciais.
A Lei da Potencialidade Pura
A Lei da Potencialidade Pura nos convida a descobrir e entrar em contato com a nossa verdadeira essência.
O grande desafio é que a maioria das pessoas não faz ideia de quem realmente é.
Pelo contrário, muitos se identificam com o que vestem, com a imagem que projetam para a sociedade: o famoso ego.
Um indivíduo dominado pelo ego se preocupa excessivamente em “parecer” e “ter”, e não em “ser”.
Sua orientação é externa, medindo o próprio valor com base no que possui: poder, dinheiro, bens, status social e até relacionamentos.
O ego busca constantemente validação em fatores externos, pois é fundamentado no medo, na insegurança, na necessidade de aprovação e no desejo de controle sobre os outros.
Este é um falso poder.
Ao apoiar o poder em algo externo, a pessoa se torna extremamente frágil e instável.
Basta perder um emprego renomado, o dinheiro ou até mesmo um relacionamento, e uma parte da identidade parece se esvair, levando a uma autoavaliação de irrelevância e desprezo.
Não se deixe enganar por essa ilusão: você não é o seu ego.
Por outro lado, existe o eu, a sua verdadeira essência, a fonte da sua potencialidade.
Ao contrário do ego, o verdadeiro eu não se sustenta no medo; ele não é nem inferior, nem superior a ninguém.
É simplesmente único.
É um poder baseado naquilo que você realmente é.
Quanto mais você se descobre, se conhece e se desenvolve, mais deste verdadeiro poder você conquista.
Isso porque, não importa o que se perca na vida, você jamais perderá a si mesmo.
É a fonte inesgotável de sabedoria, criatividade, liberdade interior e felicidade.
Imagine o ego como as nuvens e o eu como o sol.
As nuvens podem até cobrir o sol, mas ele jamais deixará de brilhar.
Tudo o que precisamos fazer é dissolver as nuvens e entrar em contato com a luz solar.
A maneira de fazer isso é através do silêncio.
Praticar o silêncio significa afastar-se de todo tipo de informação e opinião – da televisão, do computador, do celular, de outras pessoas – e entrar em contato consigo mesmo.
Pode ser um desafio, pois provavelmente você estará associado às ilusões e às “tempestades” da sua própria mente.
Mas, ao persistir dia após dia, o diálogo interno se acalma e o silêncio se torna cada vez mais profundo.
Você começa a perceber que não é todo aquele “lixo” que foi colocado em sua cabeça, descobrindo quem você realmente é, quais são os seus valores e quais são os seus sonhos.
É a verdadeira fonte do autoconhecimento.
O mais interessante é que passar um tempo sozinho, que antes podia parecer desagradável e até aterrorizante, depois de um tempo começa a se tornar algo extremamente valioso, poderoso e até prazeroso.
Uma sugestão é dedicar diariamente pelo menos uma hora a momentos de silêncio.
Também é possível praticar meditação, assumir o compromisso de não julgar as coisas e as pessoas, e, talvez o mais transformador, entrar em contato com a natureza.
Nenhuma quantia de dinheiro ou sucesso externo resolverá problemas internos; somente a profunda intimidade com o verdadeiro eu libertará e permitirá viver de forma plena.
As Leis da Intenção e do Desejo & do Distanciamento
Agora, vamos falar de duas leis em conjunto: a Lei da Intenção e do Desejo e a Lei do Distanciamento.
Em uma conversa recente, foi relatado um grande sonho de se transformar em um certo ideal de pessoa.
No entanto, ao comparar a forma como a vida real se desenrolava, com os desafios do dia a dia, e seu objetivo de vida, o indivíduo se sentia infeliz e frustrado.
Afinal, parecia que quase não havia progresso, e aquela visão tão distante parecia impossível de alcançar.
A recomendação foi: ame a sua jornada e desapegue do resultado.
Assim como nessa situação, muitas vezes começamos com boas intenções, estabelecemos o desejo de mudar ou de atingir um nível superior em qualquer área da vida.
Infelizmente, cometemos um grande erro: nos apegamos demais a toda a fantasia do futuro, como se a vida só fosse começar a acontecer ou como se a felicidade só fosse alcançada depois que o resultado fosse atingido.
Esta é uma das maiores ilusões que podemos alimentar.
O primeiro problema é que você estará sempre se comparando com a romantização que criou do futuro, e isso o fará sentir-se mal, como se algo estivesse sempre faltando para a sua completude.
Segundo, ao projetar constantemente toda a sua vida para um momento no futuro, você estará perdendo a oportunidade de viver inteiramente a sua verdadeira vida, porque a vida não acontece amanhã; ela acontece agora.
Sua intenção deve estar orientada para o futuro, mas sua atenção deve estar totalmente no presente.
Aceite o presente, porque é o presente que cria o futuro.
Isso vale também para as coisas mais simples.
Por exemplo, assim como muitos, já se teve a famosa “neura” de ter que ler um livro por semana.
Era como se o aprendizado ou a transformação em alguém melhor só acontecesse ao terminar a leitura, e de preferência dentro do prazo.
Mas o objetivo de um livro não é terminá-lo; o objetivo de um livro é adquirir conhecimento.
Afinal, mais importante do que quantos livros se leu é o quanto se aprendeu com os que foram lidos.
Então, mesmo que seja mais devagar, mesmo que seja preciso reler páginas para se aprofundar, ou que se acabe lendo menos livros, ao escolher uma leitura, o foco deve estar em aprender o máximo possível.
Essa pequena mudança de percepção traz um ótimo resultado: quando se apega demais ao destino, perde-se a oportunidade de contemplar o que está pelo caminho.
Guarde isso com você: estabeleça sua intenção, ame sua jornada e desapegue do resultado.
A Lei do Dharma ou do Propósito de Vida
Por fim, a Lei do Dharma, ou do Propósito de Vida.
Segundo este princípio, todos nós temos um propósito a ser manifestado na vida, que não é simplesmente perseguir o sucesso ou o dinheiro.
Como afirma Tony Robbins, “sucesso sem satisfação é o fracasso final”.
De acordo com esta lei, cada pessoa possui um talento único e uma maneira especial de expressá-lo.
Existe algo que só você consegue fazer do jeito que faz.
Geralmente, este talento está associado a uma paixão, algo que lhe dá prazer em fazer e que muitas vezes o faz perder a noção do tempo.
O seu trabalho é descobrir qual é este talento e desenvolvê-lo ao máximo possível.
Finalmente, você deve encontrar a melhor maneira de atender às necessidades das pessoas com o seu talento.
É no encontro desses três pontos – paixão, talento e serviço – que você irá descobrir o seu propósito de vida.
E para encontrar certas respostas, você precisa fazer as perguntas certas. Pergunte a si mesmo:
- Se o dinheiro não fosse um problema e se houvesse todo o tempo do mundo, o que eu estaria fazendo?
- Quais são os meus pontos fortes que me dão grande prazer em expressar?
- O que as pessoas precisam que meu talento é capaz de oferecer?
Quando você desenvolve seu talento por meio da sua paixão e encontra a melhor maneira possível de atender às necessidades das pessoas, a riqueza flui naturalmente em sua vida.
Assim, você compreenderá que a abundância não é o objetivo, mas a consequência natural do impacto positivo que você gera no mundo.


