Encontrando Ordem no Caos: As 12 Regras Essenciais para a Vida de Jordan Peterson
Todos nós, de vez em quando, sentimos que a vida está um caos. Nossa casa pode estar uma bagunça, nossos relacionamentos se deteriorando, nossa saúde piorando a cada dia.
E quando esse sentimento de desordem aparece, temos a tendência de logo procurar por algum culpado: nosso chefe, o governo, ou alguém da família. Mas a verdade é que o maior culpado pelo caos que surge em nossas vidas somos nós mesmos.
É por isso que precisamos assumir a responsabilidade, encarar os problemas de frente e tentar colocar alguma ordem neste caos.
Foi pensando justamente em criar um antídoto para essa desordem que o psicólogo Jordan Peterson escreveu seu livro “12 Regras para a Vida: Um Antídoto para o Caos”. Misturando conceitos de psicologia, antropologia e política, ele condensou em 12 capítulos regras que facilitam nossos objetivos e nos ajudam a ter uma vida mais livre e plena.
Neste artigo, vamos explorar a essência de cada uma dessas doze regras, descobrindo o que você pode fazer na prática para alcançar um maior equilíbrio entre ordem e caos em sua própria vida.
Regra 1: Costas eretas, ombros para trás – O que as lagostas podem nos ensinar sobre autoconfiança
Observe a natureza: em praticamente todo animal, existe uma hierarquia. No topo, estão sempre os mais fortes e saudáveis, que se impõem fisicamente. As lagostas, por exemplo, lutam de maneira agressiva para conseguir as melhores posições dentro do grupo. Isso acontece tanto no oceano quanto em cativeiro.
Quando os cientistas analisaram esse comportamento, descobriram que há um balanço químico diferente no cérebro dos vencedores e dos perdedores. Os animais mais fortes, que vencem essas disputas internas, tinham um melhor balanço de hormônios como serotonina e dopamina, enquanto os mais fracos tinham menos desses hormônios.
Esse balanço hormonal afeta até mesmo a postura dos animais. Lagostas com mais serotonina tendem a ter uma postura mais ereta, enquanto as com mais octopamina ficam mais curvadas. As lagostas eretas parecem maiores e conseguem intimidar as lagostas curvadas com facilidade.
O que isso tem a ver com seres humanos? Lembre-se que nós também somos animais e temos várias formas de hierarquia em nossa sociedade. Ter uma boa postura, tanto física quanto mental, diante dos nossos grupos sociais é fundamental para termos mais confiança, liderança e ordem.
A ciência já provou que nossa mente influencia nosso corpo e vice-versa.
Quando estamos de mau humor, tristes ou preocupados, tendemos a ficar cabisbaixos, com os ombros curvados e a coluna encurvada. No entanto, se você simplesmente levantar a cabeça, colocar os ombros para trás e endireitar a coluna, isso já enviará um sinal de melhoria para o seu cérebro.
Preste atenção à sua postura. Pare de ficar curvado, arrastando-se. Uma atitude ereta fala por si.
Apresente suas ideias como se você tivesse o mesmo direito que todos os outros. Caminhe de maneira erguida, com o olhar firme para frente. Seja ousado, perigoso e competitivo, e sinta a serotonina fluir pelo seu organismo.
Estudos mostram que pessoas que sofrem com alcoolismo ou depressão, por exemplo, evitam situações competitivas, o que reforça o sentimento de inatividade e mantém o ciclo de baixa autoestima e depressão.
Os humanos também estão sempre se comparando uns com os outros, não apenas fisicamente, mas em diversos aspectos. E muitas vezes, associamos a inteligência de uma pessoa ao seu porte físico. Se você quer ter essa vantagem imediata, siga esta simples primeira regra: costas eretas, ombros para trás.
Regra 2: Cuide de si mesmo como cuidaria de alguém sob sua responsabilidade
Quando somos responsáveis por cuidar de outras criaturas – seja uma pessoa doente, um parente, uma criança ou até mesmo um cachorro – costumamos dar o melhor de nós mesmos. Então, por que não cuidar de si mesmo com o mesmo empenho?
Uma pesquisa mostrou que um terço das pessoas ignora as receitas prescritas por médicos, deixa de comprar remédios ou de fazer tratamentos para a própria saúde.
Ao mesmo tempo, se alguma pessoa querida em sua vida adoecer, você fará o melhor possível para cuidar dela. Até mesmo por um bichinho de estimação, você se sacrificaria para oferecer o melhor tratamento.
A ideia é que, por vezes, cuidamos mais dos outros do que de nós mesmos. Nós nos conhecemos muito bem e sabemos nossos próprios defeitos, o que pode causar um tipo de autoaversão, um sentimento de que não somos merecedores de um grande bem-estar.
É claro que esse tipo de pensamento é um autoengano. Embora você conheça seus defeitos, também conhece suas qualidades, e sabe que outras pessoas também têm defeitos e qualidades. Todos são assim.
Então, não faz sentido você se tratar de maneira diferente do que trataria outra pessoa sob sua responsabilidade. Assim como você não deixaria uma pessoa amada sem um remédio ou tratamento, você não pode ignorar os sinais para cuidar da sua própria saúde.
Da mesma forma que você não usaria palavras rudes para conversar com uma pessoa querida, você não pode ser extremamente rude no trato consigo mesmo. E da mesma maneira que você não pode ser duro demais com um parente ou amigo, também não pode ser duro demais consigo mesmo.
Isso não significa que você só fará aquilo que te deixa feliz. Você precisa fazer aquilo que é necessário para você.
E cuidar dos outros quase sempre significa fazer o que é necessário, não necessariamente o que é gostoso ou o que os outros gostariam. Cuide de você mesmo como cuidaria de alguém sob sua responsabilidade.
Regra 3: Seja amigo de pessoas que queiram o melhor para você
A terceira das doze regras para a vida aborda relacionamentos abusivos. Muitas vezes, estamos presos a familiares, amigos ou parceiros amorosos que nos colocam para baixo.
Pessoas que praticam bullying, zombam dos nossos sonhos ou fazem jogos mentais que, no final das contas, nos deixam sempre preocupados, ansiosos ou tristes. E algumas vezes, isso nem é feito de maneira proposital ou consciente, mas ainda assim, essas pessoas acabam sendo tóxicas para nós.
Por isso, se você quer trazer maior equilíbrio para sua vida, é preciso ter coragem para substituir os relacionamentos abusivos por outros mais saudáveis. De uma maneira prática, você precisa se afastar das pessoas que te colocam para baixo e se aproximar das pessoas que querem o melhor para você.
Nem sempre essa é uma tarefa fácil, especialmente quando falamos de familiares, parceiros amorosos ou amigos de muitos anos.
Ainda assim, tanto para o seu próprio bem quanto para o bem da outra pessoa, é necessário tomar atitudes e criar limites. Procure substituir relacionamentos tóxicos pelo apoio de pessoas que queiram o seu bem.
Agora, pense o seguinte: quem quer o seu bem não é aquela pessoa que faz todas as suas vontades ou que passa a mão na sua cabeça pelos seus erros. A pessoa que quer o seu bem vai te aplaudir por suas virtudes, mas também fará críticas nos pontos que podem e devem ser melhorados.
Uma boa maneira de atrair pessoas assim é você mesmo ser um amigo presente, uma pessoa que dá suporte, que ouve os problemas dos outros e ajuda quando é possível.
Para colocar essa terceira regra em ação, faça uma lista das pessoas com quem você mais convive. Comece a observar o que todas essas pessoas fazem com você.
Anote quais são as pessoas que estão sempre te colocando para baixo e quais são as que querem te ver melhor. Depois, pouco a pouco, afaste-se dos relacionamentos abusivos e aproxime-se de novas amizades construtivas.
Regra 4: Compare-se consigo mesmo de ontem, não com quem outra pessoa é hoje
O lema “eu quero você melhorando sempre” resolve nossa filosofia de melhoria contínua, pensando no desenvolvimento pessoal e profissional como uma jornada de crescimento, não como um destino final a ser alcançado.
Quando pensamos em melhorar algum aspecto em nossa vida, um caminho muito comum é olhar o que os outros estão fazendo e modelar pessoas. Modelar pessoas que já conquistaram aquilo que você quer conquistar é, sim, uma estratégia inteligente e eficiente para encurtar o caminho rumo aos seus objetivos.
Mas há também um grande perigo: você ficar se comparando com essas outras pessoas. Pessoalmente, você estará comparando hoje os seus bastidores com o palco de outras pessoas.
Quando o ser humano vivia em comunidades pequenas, havia poucas pessoas com quem você podia se comparar. Hoje em dia, com as redes sociais, você está a toda hora vendo o sucesso de grandes empresários, atletas de todo tipo e milionários de todo tipo.
Isso acaba gerando ansiedade porque você está comparando sua vida normal e ordinária, seu corpo normal, seus poucos bens materiais com aquilo que existe de melhor no mundo.
Muita gente acha que isso pode servir como inspiração, mas se você ficar se comparando dessa forma, o único resultado possível é frustração, tristeza e um sentimento de fracasso.
Então, o ideal é que você se compare apenas com uma pessoa: você deve se comparar apenas com o você de ontem.
A cada dia, dê um pequeno passo para ser quem você deseja ser. O sucesso é conquistado porque o sucesso não é chegar a um ponto final ou objetivo final que, na verdade, não existe. Sucesso é simplesmente continuar na jornada, aproveitar o caminho e estar sempre em ação.
Quando o assunto é melhoria contínua, dificilmente você verá o fracasso. Mesmo quando as coisas não acontecem do jeito que você gostaria, você não tem uma derrota, você tem um aprendizado, desde que entenda os erros, aprenda a lição e faça o melhor da próxima vez.
Não dá para considerar que aconteceu um fracasso desde que você se mantenha em ação, melhorando, percorrendo o caminho sempre, sem ficar se comparando com os outros. Você já foi bem-sucedido.
Regra 5: Não deixe que seus filhos façam algo que faça você deixar de gostar deles
Esta quinta regra é direcionada para quem já tem filhos. Jordan Peterson descreve que os seres humanos nascem naturalmente com instintos agressivos, e é dever dos pais ensinarem as crianças a serem adultos equilibrados e parceiros gentis.
Para isso, os pais precisam ser mais do que amigos dos filhos; eles têm a responsabilidade de educar um ser humano com as melhores virtudes.
Isso é um grande desafio, já que as crianças estão sempre testando os limites para ver até onde podem ir. É melhor que eles aprendam com os próprios pais, amorosos e compreensivos, quais são os limites, do que aprenderem isso da maneira mais dura, através da própria vida.
A ideia é que os pais imponham poucas, porém simples, regras, usem a força o mínimo necessário e sempre deem orientações em uma só direção para evitar que a criança tente manipular o casal.
Regra 6: Deixe sua casa em perfeita ordem antes de criticar o mundo
O mundo é injusto, problemático e cheio de sofrimento. Diante desse fato, você pode acabar querendo culpar o mundo pelo seu sofrimento, pelas injustiças ou pelas dificuldades que você sofreu. A sexta regra diz que você não deve fazer isso.
Culpar o mundo ou tudo o que está dando errado em sua vida é uma falácia. Todas as pessoas do mundo sofreram ou vão sofrer uma injustiça, e você não é especial por causa disso.
Então, não fique criticando a tudo e a todos. Em vez disso, assuma a responsabilidade pela sua própria vida. Antes de sair julgando os outros, antes de querer arrumar a bagunça do mundo, arrume sua própria cama.
Antes de você criticar políticos corruptos, veja como está seu próprio comprometimento com a ética. Antes de você sair postando nas redes sociais que ninguém faz nada para resolver um problema, entre em ação, faça algo, mobilize pessoas para ajudar você a resolver aquele problema.
Isso não significa meritocracia. É claro que nem todas as pessoas nascem com as mesmas oportunidades, e estatisticamente falando, mesmo os mais esforçados nunca vão conquistar objetivos pelo mérito com a mesma facilidade que outras pessoas. O mundo é injusto, está ok.
O que nos resta, a cada um de nós, é entrar em ação, assumir a responsabilidade pela nossa própria vida e buscar diminuir essas injustiças da melhor maneira que pudermos.
Regra 7: Busque o que é significativo, e não o que é conveniente
Pense na conveniência: um toque na tela do celular, e você pode pedir comida, chamar um carro com motorista ou até mesmo marcar um encontro romântico. Temos climatizadores para ajustar a temperatura, colchões e travesseiros macios, todo tipo de prazer imediato.
Isso tem, claro, um lado positivo e representa progresso, mas também nos deixa um pouco “moles”, reféns da conveniência, sem disposição para fazer grandes sacrifícios.
Por isso, a sétima regra nos convida a procurar fazer coisas significativas em vez de apenas o que é fácil ou conveniente.
A lógica de você só escolher aquilo que te faz feliz pode acabar levando a caminhos perigosos, como abuso de álcool ou outras drogas, consumo excessivo de fast-food ou imersão em televisão, jogos e internet.
Quase todo mundo está buscando aquilo que é mais conveniente. Você pode se destacar tendo disposição para encarar o mais difícil.
Você pode sacrificar o prazer momentâneo e adiar a recompensa para obter ganhos muito maiores no futuro. A recompensa será proporcional ao sacrifício que você fará.
Assim, você se tornará uma pessoa diferente das demais, mais forte, mais resistente, mais capaz de encarar o desconhecido.
Regra 8: Diga a verdade – ou, pelo menos, não minta
A maioria das pessoas mente o tempo todo. Quase sempre são pequenas mentiras que podem até não fazer mal a ninguém, mas que nos deixam sem o costume de falar a verdade.
Uma das principais razões pelas quais mentimos para nós mesmos e para os outros é para obter aquilo que achamos que queremos.
Muitas pessoas cometem o erro de inventar sonhos irrealistas, sem se dar conta das próprias limitações, ou com planos irrealistas, sem estar dispostos a pagar o preço para fazer o que precisa ser feito.
O problema com planos mal formulados é que eles partem de um ponto inicial baseado em uma mentira.
É muito importante que você faça planos realistas. A única maneira de sair dessa armadilha é assumir o compromisso de falar sempre a verdade, ou no mínimo, nunca mentir, especialmente nunca mentir para você mesmo.
Isso não significa abandonar seus grandes sonhos, mas significa parar de mentir para você mesmo sobre as reais possibilidades de você alcançar esses sonhos. A “mania de grandeza” pode te impedir de resolver problemas usando metas menores.
Regra 9: Presuma que a pessoa com quem você está conversando possa saber algo que você não sabe
Para ter mais equilíbrio em sua vida, você precisa aprender a conversar. É muito comum acreditar que todo mundo sabe conversar, mas uma boa conversa diz muito mais respeito à sua capacidade de ouvir do que à sua capacidade de falar.
Ouvir é prestar atenção. É impressionante o que as pessoas estão dispostas a falar quando você está disposto a escutar.
Infelizmente, nossas conversas muitas vezes parecem uma competição para ver quem sabe mais, quem tem razão, quem fala melhor, em vez de apenas querer validar suas próprias ideias.
Devemos ver cada conversa como uma oportunidade de aprendizado e crescimento. Para isso, devemos presumir que a pessoa com quem estamos conversando sabe algo que nós não sabemos. Nosso dever é ouvir e aprender com ela.
Uma boa prática para isso é você resumir as ideias que ouviu, recapitulando em voz alta o que a outra pessoa acabou de dizer. Isso garante que você escutou e compreendeu a pessoa, e ao mesmo tempo ajuda você a assimilar e memorizar o que foi dito.
Essa prática também evita que você distorça ou simplifique demais os detalhes do que a pessoa falou dentro de suas próprias convicções e ideias.
Regra 10: Seja preciso no que diz
A vida é muito complexa. Uma das melhores formas de você atravessar toda essa complexidade é usar uma linguagem clara, assertiva e precisa quando for se expressar.
A assertividade da sua comunicação é muito importante, tanto nas conversas que você tem quanto nos trabalhos que escreve ou até mesmo nas suas publicações em redes sociais.
Valorizamos muito a clareza, a assertividade e a precisão. A comunicação clara e precisa também ajuda você a organizar suas próprias ideias. Só consegue se comunicar de forma assertiva quem tem clareza e organização mental.
A lógica é que, quanto mais preciso você for naquilo que você diz, mais facilmente você também consegue organizar um pouco a complexidade da vida.
Regra 11: Não crie regras que vão contra a própria natureza humana
Imagine a alegria do jovem que sabe andar de skate e faz novas acrobacias perigosas sem medo das consequências.
Agora, imagine se as autoridades da região dissessem: “Não pode mais andar de skate”. Seria um tipo de limite que encontraria uma enorme resistência, porque vai contra a natureza daquela pessoa que gosta de se arriscar.
Temos instintos agressivos, de entrar em competições. A penúltima das doze regras nos lembra que não podemos criar regras que vão contra a natureza humana.
Nossas regras devem nos guiar, mas não de uma maneira que acabe suprimindo as boas qualidades humanas. Algumas dessas qualidades envolvem risco, agressividade e competitividade.
Quando estabelecemos algumas regras que são superprotetoras, acabamos criando seres humanos mais fracos, mais medrosos, incapazes de assumir riscos.
Não há muito a fazer quando as autoridades determinam uma regra, mas você tem total domínio sobre as regras que você cria para você mesmo.
Então, veja se o seu estilo de vida não está querendo te proteger de alguma maneira exagerada em relação aos riscos naturais da vida. Você não está evitando demais se expor a riscos? Evitando demais entrar em competições?
Evitando demais expressar sentimentos que sejam talvez um pouco mais agressivos? Se for o caso, você tem que experimentar mudar um pouco essas cargas para ver se você se aproxima um pouco mais dos instintos mais básicos da natureza humana.
Regra 12: Aproveite os prazeres da vida
Nossa vida já é naturalmente difícil, cheia de sofrimento. É muito importante aprender a aproveitar os pequenos prazeres da vida.
Não condicione sua felicidade à conquista dos seus grandes objetivos, porque se você só se permite ser feliz quando tiver aquele corpo dos sonhos, o salário alto ou aquela casa na praia, sua vida vai ficar cheia de insatisfação, com apenas alguns pequenos momentos de felicidade.
O ideal seria conseguir ter uma felicidade incondicionada, que não dependesse de qualquer coisa para você ser feliz. Mas a felicidade nesse estágio é algo atingido por pouquíssimas pessoas no mundo, depois de muito treinamento da mente.
Então, já que vamos condicionar a felicidade, esta última regra nos diz para extrair a felicidade de pequenos prazeres da vida.
Esse é o prazer de acariciar um gato que você nunca viu antes, de tomar uma xícara de café tranquilo, devagar e em silêncio, ou de bater um papo com uma pessoa querida.
Essa é a melhor atitude que podemos ter. O sofrimento natural da vida sempre existirá, mas essas pequenas atitudes podem trazer momentos de satisfação para contrastar com o sofrimento.
Não existe luz do dia sem escuridão da noite, da mesma maneira que existe ordem sem o caos. O caos da vida sempre vai existir, mas quando você segue as 12 regras que acabou de conhecer aqui, é possível trazer um pouco mais de equilíbrio para sua vida, tornando-a menos caótica e complexa.
Conhecer essas regras não trará nenhum benefício por si só. Você tem que colocá-las em prática, tem que transformar tudo isso em ação.
Se forem aplicadas da maneira certa, essas 12 regras podem sim servir como um antídoto contra o caos. Por isso, é importante que você as inclua em sua rotina e em seu planejamento.


